Cinco maiores erros que jornalistas fazem no LinkedIn

por Nicole Martinelli
Sep 12, 2012 em Diversos

A rede social LinkedIn pode ajudar o jornalista a encontrar fontes, furos e empregos. Alguns jornalistas, porém, nunca chegarão tão longe.

Krista Canfield, a gerente sênior de comunicações corporativas que lidera os treinamentos livres no LinkedIn, sabe exatamente onde a maioria das pessoas erra. (Você pode encontrar mais informações sobre o treinamento aqui.)

Preocupado em passar muito tempo em mais uma rede social? O LinkedIn possui 175 milhões de usuários com uma interface disponível em 18 idiomas e recentemente acrescentou recursos que, segundo dizem, irá torná-lo mais competitivo em relação ao Facebook, including notificações.

Canfield disse à IJNet o que a maioria dos jornalistas faz errado -- e como se sair bem.

1. Não utilizar a pesquisa avançada de empregos no LinkedIn como uma ferramenta de reportagem. Curioso para saber que posições sua empresa competidora está contratando? Quer ter uma ideia da direção das empresas de seu interesse? A pesquisa avançada de empregos permite que você facilmente procure empregos que algumas empresas publicam no LinkedIn. Você também pode usar a ferramenta de pesquisa para buscar trabalhos por código postal, se quiser saber quais empresas estão crescendo ou se você trabalha para uma filial da rede local.

2. Ter um título profissional sem brilho. Como o jornalismo é a sua profissão, você deve ter um título que chame a atenção a seu perfil. Se você não preencher esta parte, o LinkedIn exibe seu mais recente trabalho e o nome da empresa como seu título nos resultados de busca. Dedique alguns minutos para criar um título profissional atrativo que irá convidar outros profissionais a ver seu perfil. Pode ser "escritor freelance interessado em trabalhar com clientes que têm histórias incríveis para contar "ou "repórter da indústria bancária sempre na busca de furos incríveis", sugeriu Canfield.

3. Usar a pesquisa básica de pessoas do LinkedIn e só. Quando você está à procura de fontes especializadas, pode usar os recursos do LinkedIn para buscar profissionais que tenham exatamente o tipo de experiência que você precisa... de especialistas em... [musculação]bodybuilding a profissionais de Hadoop. Lembre-se de adicionar no LinkedIn as habilidades que você tenha (como a escrita de manchete e redação jornalística) ao seu próprio perfil. A pesquisa avançada permite a você procurar não só os editores que vivem em seu código postal, mas também ex-funcionários de determinadas empresas, se você está enfrentando um monte de "sem comentários" em uma reportagem grande.

4. Trabalhar demais por furos. Aqui estão três exemplos recentes de furos através do LinkedIn:

• 31/08/2012 The New York Times, "How Is H.P.’s WebOS Doing? Hundreds No Longer Work on It" (Como vai o WebOS do H.P.? Centenas Não Trabalham Mais Nele)

• 31/08/2012 The Wall Street Journal, "One Year After Solyndra Collapse, Where Are They Now?" (Um Ano Depois do Colapso da Solyndra, Onde Eles Estão Agora?)

• 05/09/2012 GigaOm, “Will Amazon announce an Apple TV competitor this week?" (A Amazon vai anunciar um competidor da Apple TV esta semana?)

O LinkedIn permite ao jornalista seguir as Páginas de Empresas no LinkedIn e ficar atualizado sobre as mudanças de gerência ou novas contratações. Pesquise nos perfis das empresas de sua editoria e clique em "Follow Company" (SIga a Empresa) para receber atualizações regulares sobre contratações, promoções, saídas e listas de emprego.

5. Não completar o seu perfil antes de abordar editores e fontes proeminentes. Se o seu perfil do LinkedIn não tem foto, mostra apenas quatro conexões e simplesmente diz que sua posição atual é "repórter freelance", você está em apuros. Sua probabilidade de ter seu perfil visto no LinkedIn é sete vezes maior se você tiver uma foto e 12 vezes maior se tiver mais de um cargo listado em seu perfil, Canfield disse. Se você esqueceu de acrescentar posições anteriores em outros veículos de comunicação, pode aparentar ser um jornalista mais júnior e ficar excluído dos resultados de busca.

No mínimo, conecte-se com pelo menos 50 profissionais que você conhece e confia, adicione uma foto simples e liste todas sua experiência de trabalho em seu perfil. Também é importante notar os nomes das publicações para as quais você escreveu, que editoria cobre e também incluir palavras-chave que editores ou clientes podem estar procurando (como "estudos de caso", "artigos de profundidade" ou "reportagens investigativas").