Novo aplicativo pretende acabar com câmara de eco de notícias online

por IJNet
Mar 10, 2017 em Jornalismo móvel

As ambições do app "Read Across the Aisle", grandes mudanças no Huffington Post e mais nesta semana no Digital Media Mash Up, produzido pelo Center for International Media Assistance.

Um aplicativo de notícias pretende estourar bolhas de filtro, levando os leitores em direção a uma dieta de mídia mais "equilibrada"

Em seu esforço para ajudar a corrigir o problema da bolha de filtro, os desenvolvedores do app de notícias "Read Across the Aisle" ganharam inspiração de uma fonte improvável: rastreadores de exercícios.

Projetado para ajudar a diversificar os hábitos de consumo de notícias, o aplicativo "Read Across the Aisle" acompanha a frequência com que os usuários leem artigos de cerca de 20 fontes de notícias em todo o espectro ideológico, com o Huffington Post na extrema esquerda do espectro, a Fox News na extrema direita e outros como o New Yorker, NPR e Christian Science Monitor no meio. Uma barra deslizante na parte inferior da tela se move da esquerda para a direita com base na quantidade de tempo que os usuários gastam lendo notícias de certas fontes e em quão ideologicamente extremas o aplicativo  considera essas fontes. (Nieman Lab, 9/3)

Após três meses, a editora-chefe do Huffington Post está planejando uma reorganização

Ela não vai chamá-lo de Polgreen Post.

Mas conte com a nova editora-chefe do Huffington, Lydia Polgreen, para fazer grandes mudanças na empresa de notícias digitais, que fará seu 17º aniversário em maio.

A vinda é uma "reorganização razoavelmente significativa" da equipe editorial do HuffPost que visa reformular "uma redação consideravelmente robusta para buscar o que eu penso que nossa missão deve ser", Polgreen disse ao programa Recode com Peter Kafka. (Poynter, 9/3)

Estatísticas de segurança cibernética e internet por país. Quais são os mais e menos seguros?

Nem todos os países são iguais quando se trata de segurança cibernética e internet. Muitos estão mal equipados para lidar com ataques cibernéticos, enquanto outros estão mais bem equipados, mas são atacados com mais frequência. Alguns países têm internet livre e aberta, enquanto outros impõem sistemas de censura rigorosos que bloqueiam o acesso à web e punem os cidadãos pelo que publicam.

Porque tantos dados agora são armazenados online, estamos constantemente expostos a uma série de perigos, incluindo ransomware, roubo de identidade, malware e ataques cibernéticos. Estes acontecem a cada segundo em todo o mundo, custando à economia milhões de dólares. Mas quais os países que mais estão sendo atacados e quem está preparado melhor para um ataque cibernético? (Comparitech, 13/2)

Redução de custos deve ser grande para empresas de jornais em 2017

"Você não pode pegar um atalho para a prosperidade", segundo um truísmo sobre o negócio de notícias. Mas quando Tronc inc. recentemente reportou melhores resultados financeiros para o quarto trimestre de 2016, os controles de custos foram o grande motor.

A empresa passou do ponto de equilíbrio no quarto trimestre de 2015 a um lucro de US$19,4 milhões nos últimos três meses de 2016. As despesas caíram 14,2 por cento no trimestre, cerca do dobro da queda na receita. (Poynter, 8/3)

CIMA oferece o Mash Up gratuitamente via e-mail. Assine-o aqui (em inglês).

Imagem principal sob licença CC no Flickr via Nicolas Nova.


Leia mais artigos de